quinta-feira, 14 de abril de 2011

Ó SOLução

Não vejo paz de onde viemos
E nem para onde vamos
Não vejo paz em nossas conversas
Não vejo paz em nossos planos
Pois quanto mais falamos
Mais estamos distantes
Da verdade verdadeira
Menos companheiros do que antes
Enquanto a "violência travestida"
Torna nossas vidas controversas
Não sinto paz em meus desejos
Pois não fico em paz com minha vida correta
Procurando explicações ou provas
De que minha utopia exista
Que faça parte da realidade
O que vejo em musicas, filmes
Cenários de televisão
Em coisas que me dão paz
Mas não para o meu coração
Pois a prática
Está muito longe da representação
Muito longe dos ensinamentos
Do conselho ou do perdão
Não é feita de imaginação
Mas segue seus exemplos
E por mais que eu tente superar
Amarra-la à minha razão
Ela sempre me escapa, evacua
Talvez só a morte à possua
Ó paz, ó solução

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