Hey, já pode abrir os olhos
Já chegamos ao nosso destino
Hey, já pode abrir a boca
Degustar os nossos suspiros
Nós ainda temos tempo
Pra falar do que não tem espaço
Em nossa régua temporal
Onde a idade nos marca os traços
Hey, já pode falar
Assoprar as letras ao vento
Hey, já pode se calar
Para ouvir os nossos pensamentos
Nós ainda temos espaço
Pra escutar o que diz o tempo
Em nosso espaço sideral
Onde a memória nos marca momentos
Podemos ser e fazer tudo
Desde que seja aqui e agora
E quando esse "hey" acabar
Espero te dizer na mesma hora
Que as horas nunca vão embora
Elas nunca vão embora
Nada acaba ou vai embora
HEY
Criei esse blog na intenção de ter um lugar para escrever coisas que me vêm a cabeça espontâneamente... poemas, textos, até musicas que imagino ao passar por certas situações diárias, que se não forem passadas para o papel vão embora tão rapidamente quanto chegaram à minha cabeça. Pode não se tratar de algo bonito, inteligente e muitas vezes culto, mas me baseio no que sou, e isso para mim basta. Bem vindos aos interessados e até logo aos que tem coisas melhores para fazer...
sábado, 16 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Ó SOLução
Não vejo paz de onde viemos
E nem para onde vamos
Não vejo paz em nossas conversas
Não vejo paz em nossos planos
Pois quanto mais falamos
Mais estamos distantes
Da verdade verdadeira
Menos companheiros do que antes
Enquanto a "violência travestida"
Torna nossas vidas controversas
Não sinto paz em meus desejos
Pois não fico em paz com minha vida correta
Procurando explicações ou provas
De que minha utopia exista
Que faça parte da realidade
O que vejo em musicas, filmes
Cenários de televisão
Em coisas que me dão paz
Mas não para o meu coração
Pois a prática
Está muito longe da representação
Muito longe dos ensinamentos
Do conselho ou do perdão
Não é feita de imaginação
Mas segue seus exemplos
E por mais que eu tente superar
Amarra-la à minha razão
Ela sempre me escapa, evacua
Talvez só a morte à possua
Ó paz, ó solução
E nem para onde vamos
Não vejo paz em nossas conversas
Não vejo paz em nossos planos
Pois quanto mais falamos
Mais estamos distantes
Da verdade verdadeira
Menos companheiros do que antes
Enquanto a "violência travestida"
Torna nossas vidas controversas
Não sinto paz em meus desejos
Pois não fico em paz com minha vida correta
Procurando explicações ou provas
De que minha utopia exista
Que faça parte da realidade
O que vejo em musicas, filmes
Cenários de televisão
Em coisas que me dão paz
Mas não para o meu coração
Pois a prática
Está muito longe da representação
Muito longe dos ensinamentos
Do conselho ou do perdão
Não é feita de imaginação
Mas segue seus exemplos
E por mais que eu tente superar
Amarra-la à minha razão
Ela sempre me escapa, evacua
Talvez só a morte à possua
Ó paz, ó solução
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